Empresas querem estímulos fiscais e subsídio a usuários
Fonte: Brasil Economico
Empresas que são afetadas diretamente pela expansão da banda larga, como as terceirizadoras de gestão de infraestrutura para outras organizações e rivais das operadoras telefônicas na oferta de acesso à internet, criticam o modelo adotado por meio da Telebrás e consideram que o incentivo à competição teria melhor efeito.
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“Podemos ser parte relevante da solução”, diz. “Só no Japão existe a pretensão de levar fibra óptica a todos os domicílios. Não vemos como fazer isso a 45 milhões de lares no Brasil”, diz a executiva. O grupo AES, por meio das empresas AES Com Rio e AES Eletropaulo Telecom, poderia ampliar sua oferta de acesso em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Vernaglia defende que, para transformar a rede elétrica em uma solução economicamente mais interessante para a popularização do acesso, o governo poderia incentivar a produção de equipamentos localmente.
“Tudo é uma questão de escala”, afirma. Para as redes de tráfego de internet por ADSL, que utiliza os cabos de cobre que levam telefonia fixa, há um longo histórico de volume de investimentos, já amortizados no Brasil. Mas os equipamentos para adaptar as redes de energia a trafegar dados e depois traduzirem as informações quando chegam ao destino final são importados hoje de fábricas americanas, asiáticas e européias. Entre as principais fabricantes, estão Sumitomo, Mitsubishi, AscomeDS2. C.E.V.





