Contra piratas, o jeito é fortalecer a marca
Fonte: Brasil Econômico
Empresas nacionais de acessórios de informática e importadoras apostam em ações de comunicação para driblar a concorrência desleal
Para fortalecer a marca diante da vasta quantidade de produtos piratas e contrabandeados, fabricantes de acessórios de informática como Maxprint, Clone e Multilaser investem em divulgação. A Maxprint, por exemplo, atua na área há dois anos e, em 2009, decidiu reposicionar a marca, antes conhecida majoritariamente como uma empresa de cartuchos de tinta. Para tanto, investiu R$ 6 milhões em comunicação ao longo do ano, incluindo ações de merchandising no programa “Caldeirão do Huck”, da TV Globo, apresentado por Luciano Huck. A escolha considerou características do apresentador como juventude e desprendimento, valores que a Maxprint planeja atribuir à marca.
Além de impulsionar o conhecimento de seu nome entre os consumidores, o investimento em publicidade também teve, claro, o objetivo de aumentar as vendas que no começo de 2009 sentiram o reT flexo da crise. Segundo Adelaide Anzolin, diretora comercial da Maxprint, no primeiro trimestre os varejistas reduziram os estoques.
Mesmo assim, a empresa, que importa os produtos da Ásia, Europa e Estados Unidos e os vende sob a marca Maxprint, lançou 170 itens no ano passado, totalizando 800 no portfólio, e faturou R$ 217 milhões, valor 23% maior que o registrado em 2008. Em 2010, serão mais 200 produtos novos, entre mouses, teclados, caixas de som, fones de ouvido e outros. (…)









